Eunápolis: Professoras com salários cortados e funcionários sem receber

A prefeitura Municipal na manhã desta 2ª feira, 15/05, recebeu uma comissão de professoras que foram reclamar mais uma vez, o corte de salários a que estão sendo submetidas, pois perderam o direito salarial que o prefeito Neto havia concedido. Muitas delas, tem curso superior em magistratura, o que é exigido por lei, e os […]


15 de maio de 2017 14:35

A prefeitura Municipal na manhã desta 2ª feira, 15/05, recebeu uma comissão de professoras que foram reclamar mais uma vez, o corte de salários a que estão sendo submetidas, pois perderam o direito salarial que o prefeito Neto havia concedido.

Muitas delas, tem curso superior em magistratura, o que é exigido por lei, e os salários são altamente com condizentes com a função, mas o prefeito Robério Oliveira, passa por cima de tudo isto e manda cortar grande parte do salário e tem professoras que o que está recebendo é uma vergonha magistral.

Algumas delas, por conta dos salários recebidos anteriormente, devidamente autorizados pelo ex prefeito Neto, tomaram empréstimos consignados e, agora com o corte salarial imposto pelo prefeito, estão poder de compra e sobrevivência.

Outros funcionários foram até a prefeitura, saber por que o pagamento ainda não foi depositado, e o calendário já mostra dia 15/05, por lei, o patrão tem até o dia 5 de cada mês subsequente par pagar os salários de seus funcionários e hoje já estão com 10 dias de atrasado, o ex prefeito Neto pagava dentro do mês.

Será que os cachês das bandas Jorge e Mateus e Wesley Safadão já foram pagos anteriormente e poir isto a situação é tão caótica assim, professores com os salários cortados, funcionários até hoje sem receber?

E tem mais, as professoras que foram até a prefeitura, levaram às amigas o seguinte recado: “até 4ª feira, vamos resolver a situação, mas quem vier para a porta da prefeitura reclamar dos salários atrasados, poderão ter o ponto do dia cortado”.

Esta é uma “democradura” imposta pelo patrão, e ainda tem quem defende, e ainda tem gente que ganha pra “puxar o saco” do patrão, sem nem se importar com os que precisam receber para comprar o pão, o arroz e o feijão, mas estes se esquecem de que, se hoje sabem pelo menos escrever o nome, devem isto a uma professora. É a falta de respeito institucionalizada, por uma profissão, uma classe laboriosa, que ensina médicos, advogados, prefeitos, governadores, presidentes da república e, até puxa sacos, deve ter professoras que hoje, devem estar arrependidas de um dia ter falado mal de Neto e puxado o saco do senhor de engenho. É muito bom fazer festa de aniversário e o Pedrão, deixando funcionários com a barriga vazia.