Eunápolis: Fiscais da prefeitura, tiram pais de família da rua, sem ter para onde eles irem trabalhar

E os camelôs que antes estavam em um passeio em frente a Caixa Econômica Federal foram retirados do seu local de trabalho e, passaram a colocar suas barracas no passeio ao lado do banco Bradesco, na av D. Pedro II, está certo? Não, não está não, mas é uma questão social. Para uma cidade de […]


9 de junho de 2017 17:08

E os camelôs que antes estavam em um passeio em frente a Caixa Econômica Federal foram retirados do seu local de trabalho e, passaram a colocar suas barracas no passeio ao lado do banco Bradesco, na av D. Pedro II, está certo? Não, não está não, mas é uma questão social. Para uma cidade de 120 mil habitantes, até que tem poucos camelos, e o Camelódromo que rumo tomou?

Neto Guerrieri asfaltou um espaço em frene ao Mercado D. Alzira, mas ali, todos alegam falta de segurança, já que muitos são ameaçados no centro da cidade, então onde colocar os camelôs?

Robério é o rei da destruição, destruiu o Regional, alugou o AMES, se não fosse a Veracel o HRE estava lá até hoje; destruiu o Colégio Anésia Guimarães, Neto reconstruiu e com verbas próprias mais de 2 milhões de reais; Robério ainda em seu governo, derrubou o camelódromo e como Neto não teve tempo, à época se não fosse o rota51.com o camelódromo teria tido o mesmo destino do Clube Social, e agora fiscais da prefeitura, foram para as ruas fazer a retirada dos camelôs sem ter onde coloca-los. Assinar um TAC com o Ministério Público fica difícil, pois dinheiro para pagar Jorge e Mateus e Wesley Safadão em quase 1 milhão de reais, o município tem, porque até agora, depois de tantas críticas, não apareceu nenhum patrocinador de peso que evitasse as críticas do rota51.com, com certeza vai aparecer na última hora e, tampar o sol com a peneira a rota51 não tampa mesmo.

E agora vão deixar os camelos na rua, sem onde trabalhar? É uma questão meramente social, onde está a Secretaria de ação Social; “um camelô” que já trabalha no local há mais de 20 anos, foi chamar uma fiscal, para ela dizer, de quem, ou de onde partiu a ordem, ela respondeu que a reportagem sabia, se soubesse, a denúncia já teria sido feita há muito tempo.

E o melhor, estavam lá todos os fiscais, de papel na mão e disseram que se eles teimassem, em armar as bancas, o caminhão viria tomar todas as mercadorias, foi só a reportagem do rota51.com chegar no local, que os fiscais foram todos saindo de fininho e não ficou ninguém, quando a IMPRENSA (rota51.com) faz um trabalho independente, sério, ético e de verdade, impõe respeito mesmo, para quem não sabe, o jornalismo do rota51.com trabalha dentro da Constituição Federal art 220, até o art  224, principalmente quando em defesa dos problemas sociais. E esta matéria foi feita na rua, local público, de onde pais de família tiram o seu pão de cada dia.

Nesta matéria também se aplica o discurso do vereador Ramos Filho,” uma administração sem planejamento tudo que começa não termina”, assim foi o Anésia Guimarães, HRE, o camelódromo, o asfalto do bairro Edgard Trancoso e assim por diante. Ramos Filho não profetizou, apenas relembrou o que foi destruído e não acabado,

Por outro lado, em se tratando do Pedrão, quando barraqueiros, comerciantes dentre outros, dizem que é a festa que com a qual eles ganham muito dinheiro, na realidade não ganham 10% do que ganham as bandas de quase 1 milhão e, o local do Pedrão já está começando a ser pintado e o rota51 fotografou, mas para os camelôs trabalhadores, não tem espaço, não tem disponibilidade, não tem nada, só tem alguns pais de família, que querem trabalhar e não tem onde, seria muito bom, se quem votou no Pedrão tivesse uma barraca de camelô na rua e os fiscais viessem e mandassem tirar tudo, sob coação de tomar e jogar fora, o puxa-saquismo seria bem diferente. Façam uma reflexão e vejam a diferença de interesses coletivos e interesses pessoais.