Acordo não sai e vigilantes mantêm greve há sete dias

Os vigilantes baianos não chegaram a acordo com o sindicato patronal e decidiram manter greve que chega, nesta quarta-feira (31), ao sétimo dia. Eles pedem 15% de aumento, enquanto as empresas de vigilância oferecem apenas 1% de reajuste. Uma nova rodada de negociações está agendada para quinta-feira (1º), em Salvador, no Ministério Público do Trabalho. […]


1 de junho de 2017 10:05

Os vigilantes baianos não chegaram a acordo com o sindicato patronal e decidiram manter greve que chega, nesta quarta-feira (31), ao sétimo dia. Eles pedem 15% de aumento, enquanto as empresas de vigilância oferecem apenas 1% de reajuste. Uma nova rodada de negociações está agendada para quinta-feira (1º), em Salvador, no Ministério Público do Trabalho.

A categoria tem na pauta da campanha o aumento do piso salarial de R$ 1.002,00 para R$ 1,5 mil, reajuste no tíquete alimentação e cota de 30% para mulheres. A greve afeta serviços bancários, atendimento no Instituto Nacional de Seguro Social (INSS), entre outros órgãos.

Na terça-feira (30), correntistas de vários bancos em cidades do sul baiano, como Eunápolis e Itabuna, precisavam recorrer à rede do Banco24h. Alguns bancos, por exemplo, não haviam feito reposição de valores em caixas automáticos.