
Credibilidade, estabilidade, previsibilidade. Com seu conhecido jeito de falar em que destaca cada sílaba para ser claro, o ex-governador e agora vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) repetiu com frequência essas três palavras em encontros com agentes econômicos na reta final da campanha presidencial.
Credibilidade, estabilidade, previsibilidade. Com seu conhecido jeito de falar em que destaca cada sílaba para ser claro, o ex-governador e agora vice-presidente eleito Geraldo Alckmin (PSB) repetiu com frequência essas três palavras em encontros com agentes econômicos na reta final da campanha presidencial.
Vice-presidente
É esperado que Alckmin tenha uma atuação bastante ativa como vice-presidente e, provavelmente, como ministro – a entrega de um ministério para ele faz parte do acordo do PT com o PSB para a formação da chapa. Chegou a ser ventilado que o ministério seria o da Agricultura, mas alguns petistas afirmam que o mais provável é que a pasta vá para um nome mais próximo do agro.
Aliados de Alckmin afirmam que ele tem também a expectativa de assumir a cadeira presidencial diversas vezes, já que Lula tem dito a ele que pretende viajar para “recuperar a imagem e o prestígio” do Brasil no exterior.
Lula também afirmou publicamente que não pretende se candidatar à reeleição em 2026. Será que Alckmin, como vice, seria o herdeiro natural do petista? Sobre esse cenário, nem aliados nem cientistas políticos se arriscam a opinar. Quatro anos, na temperatura política do Brasil atual, é muito tempo para permitir previsões.

