Cabrália

Secretaria de Saúde de Cabrália monitora casos suspeitos de varíola do macaco

A Secretaria de Saúde de Santa Cruz Cabrália está monitorando casos suspeitos da varíola do macaco no município, mantendo vigilância máxima com equipes de prontidão para identificar, orientar e tomar providências caso necessário. Até o momento não há confirmação de casos positivos. Um dos casos suspeitos foi notificado dia 22 de julho. Trata-se de uma […]


A Secretaria de Saúde de Santa Cruz Cabrália está monitorando casos suspeitos da varíola do macaco no município, mantendo vigilância máxima com equipes de prontidão para identificar, orientar e tomar providências caso necessário. Até o momento não há confirmação de casos positivos.

Um dos casos suspeitos foi notificado dia 22 de julho. Trata-se de uma criança de 10 anos, com aparecimento de lesões bolhosas em MMSS E MMII, com início há mais de 2 semanas. Internada no Hospital Luís Eduardo no dia 23 de julho, fez a coleta e o exame seguiu para Salvador no dia 24 de julho, aguardando retorno do resultado. Os contatos próximos seguem assintomáticos.

Dois novos casos suspeitos foram registrados no dia 27 de julho: uma mulher de 20 anos, com surgimento de erupções cutâneas, febre e cefaleia, com início há 7 dias e sua filha de 6 meses, que começou a apresentar erupções após sintomas da mãe. As lesões estão sendo monitoradas pela equipe de saúde e as pacientes seguem em isolamento.

No dia 28 de julho, foi notificado uma criança de 3 anos, com erupções cutâneas em MMSS E MMII e febre, com início de sintomas há 4 dias, sendo os demais contatos assintomáticos.

Todos os casos seguem monitorados e sem complicações. Nenhum apresenta vínculo epidemiológico, contato com suspeito ou registro de viagem para fora do município. A varíola do macaco é uma doença viral de baixíssima letalidade e dificilmente exige hospitalização. Em caso de suspeita, a orientação é procurar o posto de saúde mais próximo. Os principais sintomas são febre, calafrios, indisposição, além de pústulas, ou bolhas de secreção pelo corpo. Não existe vacina contra a doença, e a forma de prevenir é evitar o contato direto com a secreção e também as aglomerações, já que o contágio pode se dar também pelo ar. O tratamento é feito à base de medicações para tratamento dos sintomas, quando necessário.

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