Consumidora denuncia descaso após defeitos recorrentes em veículo da Renault e demora em solução


Uma consumidora relatou uma série de problemas e dificuldades no atendimento pós-venda envolvendo um veículo modelo Kardian, adquirido há aproximadamente um ano e oito meses. Segundo Michele Modesto, os transtornos começaram poucos meses após a compra e seguem sem solução até o momento.

De acordo com a cliente, o primeiro defeito surgiu cerca de quatro meses após a aquisição do carro, quando os vidros das portas dianteiras passaram a apresentar falhas. Durante a revisão, foi realizada apenas uma solução paliativa, que não resolveu o problema de forma definitiva. O defeito voltou a ocorrer posteriormente.

A situação se agravou no início de abril de 2026. No dia 3, o veículo apresentou pane elétrica, além de um barulho próximo à roda traseira. Diante do problema, Michele acionou a seguradora, que providenciou o envio do carro para uma concessionária autorizada. O veículo foi entregue no dia 8 de abril ao setor de pós-vendas.

Ainda segundo o relato, o diagnóstico completo só foi apresentado após quatro dias, apontando falha no alternador. A concessionária realizou a substituição do alternador e da bateria, mas informou que outros problemas identificados só poderiam ser resolvidos quando as peças chegassem da fábrica, com prazo estimado entre sete e dez dias.

A cliente afirma que foi orientada a retirar o veículo mesmo sem o conserto completo, o que gerou indignação. “Como vou viajar 715 km até minha cidade e depois retornar mais 1.430 km para finalizar o reparo?”, questiona. Ela destaca ainda que o carro é utilizado para trabalho e também para transportar uma idosa de 86 anos para atendimentos médicos.

Michele relata insatisfação com o atendimento recebido, classificando a postura da equipe como indiferente diante da urgência do caso. Segundo ela, ao tentar resolver a situação, foi orientada a falar com um supervisor, que manteve o mesmo posicionamento da concessionária.

Cliente da marca há 13 anos e proprietária de quatro veículos da fabricante, Michele considera a situação um desrespeito e cobra uma solução imediata. O caso levanta questionamentos sobre a qualidade do atendimento pós-venda e a logística de reposição de peças, especialmente para consumidores que dependem do veículo no dia a dia.

Até o momento, a consumidora aguarda uma solução definitiva para os problemas apresentados.

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