
Seis em cada 10 municípios baianos não têm receita própria e dependem de repasses constitucionais para arcar com as despesas públicas, segundo a União dos Municípios da Bahia (UPB). Destes, 55 estão sofrendo com perdas na arrecadação de verbas do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) por causa da redução populacional registrada pelo último Censo Demográfico do IBGE.
Municípios mais prejudicados com as perdas nos repasses do FPM
1- Adustina – 14.166
2- Andaraí – 13.406
4- Aporá – 16.909
5- Aramari – 9.781
6- Arataca – 8.219
7- Banzaê – 11.869
8- Bom Jesus da Serra – 9.572
9- Bonito – 15.837
10- Brejões – 12.914
11- Brejolândia – 9.114
12- Buerarema – 16.880
13- Caetanos – 13.242
14- Caldeirão Grande – 13.063
15 – Candiba – 13.007
16 – Canudos – 15.906
17- Central – 16.223
18- Conceição do Almeida – 15.401
19- Cotegipe – 13.059
20- Dário Meira – 10.025
21- Heliópolis – 12.301
22- Igrapiúna -13.077
23- Itaguaçu da Bahia – 13.116
24 – Itapebi – 9.779
25 – Jandaíra – 9.112
26- Maiquinique – 9.452
27- Mairi – 16.122
28- Malhada – 15.426
29- Manoel Vitorino – 13.327
30- Mascote – 11.991
31 – Mirangaba – 15.050
32 – Nilo Peçanha – 12.032
33- Nova Canaã – 15.959
34- Novo Triunfo – 10.666
35- Pé de Serra – 13.242
36- Pedro Alexandre – 14.056
37- Pintadas – 9.805
38 – Piripá – 9.158
39 – Piritiba – 17.549
40- Rio do Antônio – 13.098
41 – Rio do Pires – 9.585
42- Santa Terezinha – 9.790
43- São Félix – 10.946
44 – Sátiro Dias – 16.021
45- Sebastião Laranjeiras – 9.373
46- Serra Dourada – 16.691
47- Serrolândia – 13.320
48- Souto Soares – 16.904
49- Tapiramutá – 15.884
50- Ubatã – 18.161
51 – Umburanas – 13.511
52 – Urandi – 15.365
53- Utinga – 16.285
54- Várzea da Roça – 13.043
55- Marcionílio Souza – 9.256

