Pesquisa revela que a maioria das cidades convive com lixões

A Bahia está longe de ficar livre dos lixões que causam doenças, poluem o ambiente e contaminam o solo. Uma pesquisa realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) revela que só 43 das 417 cidades baianas têm aterro sanitário. As demais, têm ou aterros controlados (53) ou locais inadequados para a destinação final […]


4 de julho de 2019 09:39

A Bahia está longe de ficar livre dos lixões que causam doenças, poluem o ambiente e contaminam o solo. Uma pesquisa realizada pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano da Bahia (Sedur) revela que só 43 das 417 cidades baianas têm aterro sanitário. As demais, têm ou aterros controlados (53) ou locais inadequados para a destinação final dos resíduos sólidos. Os dados são do Portal G1.

Em entrevista exclusiva com a equipe do site Mapele News, na tarde desta quarta-feira (3), o engenheiro civil, com Pós-Graduação em Tecnologias Limpas e doutorado em Meio Ambiente João Fortuna, da empresa Naturalle Tratamento de Resíduos Sólidos, esclareceu alguns aspectos relevantes. Na opinião do engenheiro, essa realidade dos municípios baianos precisa ser modificada com urgência. Ele cita o exemplo de Porto Seguro, berço do descobrimento, onde não possui aterro sanitário.

Baseado em sua experiência profissional de ter participado do programa que eliminou o lixão de Canabrava, em Salvador, João Fortuna elenca algumas vantagens de um aterro sanitário: “reduz os riscos de poluir o ambiente, evita a transmissão de doenças, não contamina as águas e protege o solo e o ar, além de trazer emprego e renda para as comunidades do entorno do empreendimento”.